Nos Estados Unidos, onde o conceito surgiu na década de 80, foi também denominado "agentes de vendas". O repertório de serviços oferecidos evoluiu para além da venda em nome da indústria propriamente dita, vendendo toda linha de produtos dos fabricantes que representa, acompanhando o giro e a demanda dos produtos nas lojas de varejo, realizando atividades de merchandising, pesquisa de mercado, responsabilidade financeira, armazenamento, CRM, cross docking, distribuição e pós-vendas.
O conhecimento adquirido do mercado e do "cliente do cliente" passou a determinar sua atuação e ser fundamental para o avanço das vendas no varejo e para o fortalecimento das marcas oferecidas.
Em seu contexto, o Operador de Vendas traz um atrativo imprescindível que é a redução dos preços cobrados aos comerciantes, podendo, em alguns casos, essa diminuição ser ainda maior devido a nota fiscal sair direto da indústria, sem os acréscimos dos intermediários por sua margem de lucro.
Além disso, outro fator que chama a atenção é que, com o Operador de Vendas, alguns valores que seriam somados aos preços de venda do produto como impostos, despesas e custos com manutenções pelos intermediários, não são somados pelo Operador de Vendas, porque ele não possui estoques e as notas de venda são emitidas direto da indústria.